OUTUBRO ROSA ALERTA SOBRE PREVENÇÃO AO CÂNCER DE MAMA

OUTUBRO ROSA ALERTA SOBRE PREVENÇÃO AO CÂNCER DE MAMA

O Instituto Pauliprev realizou dia 19 de outubro uma iniciativa entre seus servidores para marcar a campanha Outubro Rosa, aumentando a intensidade de informações sobre a prevenção do câncer de mama, principalmente através do diagnóstico precoce da doença. Foram entregues folhetos explicativos e “lacinhos na cor rosa para os funcionários, além de outros acessórios alusivos ao tema. Na recepção da autarquia, um painel temático foi montado com informações sobre a prevenção da doença.

“O Outubro Rosa é uma campanha voltada à luta contra o câncer de mama e estamos buscando dar maior visibilidade a ações que contribuam para aumentar a prevenção dessa doença”, explica Marcos André Breda, presidente da Pauliprev.

Na verdade, o Outubro Rosa é um movimento que ganha corpo a cada ano. O Movimento surgiu nos anos 90 nos EUA e ganhou o mundo inteiro com o objetivo de conscientizar a população sobre a prevenção através do diagnóstico precoce do câncer de mama. Os setores de saúde têm um papel importante nessa luta, pois realizando essa campanha no ambiente de trabalho, a lembrança da prevenção estará na rotina das pessoas, já que passamos a maior parte do tempo na organização.

A doença é o tipo de câncer mais comum e a segunda doença mais incidente entre as mulheres. Apesar disso, e de ser a primeira causa na taxa de mortalidade em mulheres no mundo, os índices de cura giram em torno de 95%, desde que descoberto precocemente. Por isso que o movimento é tão importante e deve ser cada vez mais difundido e adotado também pelas empresas.

 

Câncer de mama

 

O câncer de mama é o tipo que mais acomete mulheres em todo o mundo, tanto em países em desenvolvimento quanto em países desenvolvidos. Cerca de 2,3 milhões de casos novos foram estimados para o ano de 2020 em todo o mundo, o que representa cerca de 24,5% de todos os tipos de neoplasias diagnosticadas nas mulheres. As taxas de incidência variam entre as diferentes regiões do planeta, com as maiores taxas nos países desenvolvidos.

Para o Brasil, foram estimados 66.280 casos novos de câncer de mama em 2021, com um risco estimado de 61,61 casos a cada 100 mil mulheres.

O câncer de mama também ocupa a primeira posição em mortalidade por câncer entre as mulheres no Brasil, com taxa de mortalidade ajustada por idade, pela população mundial, para 2019, de 14,23/100 mil. As maiores taxas de incidência e de mortalidade estão nas regiões Sul e Sudeste do Brasil.

Os principais sinais e sintomas suspeitos de câncer de mama são: caroço (nódulo), geralmente endurecido, fixo e indolor; pele da mama avermelhada ou parecida com casca de laranja, alterações no bico do peito (mamilo) e saída espontânea de líquido de um dos mamilos. Também podem aparecer pequenos nódulos no pescoço ou na região embaixo dos braços (axilas).

 

Fatores de risco

 

Não há uma causa única para o câncer de mama. Diversos fatores estão relacionados ao desenvolvimento da doença entre as mulheres, como: envelhecimento, determinantes relacionados à vida reprodutiva da mulher, histórico familiar de câncer de mama, consumo de álcool, excesso de peso, atividade física insuficiente e exposição à radiação ionizante.

 

Os principais fatores são:

 

Comportamentais/Ambientais

  • Obesidade e sobrepeso, após a menopausa
  • Atividade física insuficiente (menos de 150 minutos de atividade física moderada por semana)
  • Consumo de bebida alcoólica
  • Exposição frequente a radiações ionizantes (Raios-X, tomografia computadorizada, mamografia etc.)
  • História de tratamento prévio com radioterapia no tórax

 

Aspectos da vida reprodutiva/hormonais

  • Primeira menstruação (menarca) antes de 12 anos
  • Não ter filhos
  • Primeira gravidez após os 30 anos
  • Parar de menstruar (menopausa) após os 55 anos
  • Uso de contraceptivos hormonais (estrogênio progesterona)
  • Ter feito terapia de reposição hormonal (estrogênio progesterona), principalmente por mais de cinco anos

Hereditários/Genéticos

  • Histórico familiar de câncer de ovário; de câncer de mama em mulheres, principalmente antes dos 50 anos; e caso de câncer de mama em homem
  • Alteração genética, especialmente nos genes BRCA1 e BRCA2.
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